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Futurismo: Preparando-se para os Próximos 10 Anos

Para os saudosistas, saibam que o futuro nunca mais será o mesmo. Isso mesmo, o futuro parece ser moldado a cada avanço literário e tecnológico. Antes, as novas evoluções levavam anos para acontecer e hoje levam dias. Não é à toa que estamos com medo do futuro, pois se tornou inimaginável com a rápida necessidade de adaptação. Quando imaginamos o futuro, geralmente pensamos nos próximos cinco anos, mas o período correto ao medir o futuro é dez anos; no entanto, com uma diferença: temos que planejar o futuro com pensamento de curto prazo. Mas por quê? A inteligência artificial, como o ChatGPT, pode levar as pessoas a opiniões muito diversas, contra e a favor, mas temos outro viés que é o neutro. Não podemos negar a evolução. Sei que o medo de perder o emprego para as máquinas continua em voga, mas quem realmente vai perder o emprego será quem não aderir a isso ao seu dia a dia. Programas de linguagem natural não são algo deste século. O primeiro programa foi criado entre os anos 1964 e ...

LEIA ME!

Como na história de "Alice no País das Maravilhas," escrita pelo autor Lewis Carroll em 1865, a personagem é uma menina sonhadora que, ao longo da história, se depara com situações de decisão para enfrentar alguns obstáculos, como o "COMA-ME" e o "BEBA-ME." Mesmo não sabendo o desfecho, Alice lê o que está escrito para tomar uma ação, o que nos leva ao assunto de hoje. O consumidor, independente da geração, não está mais lendo o conteúdo/anúncio no mundo digital. Mas por quê? Você, empreendedor, com anúncios ativos, deve estar angustiado por pagar por cliques de clientes que não atendem ao seu perfil. Isso não é devido à falta de segmentação, conteúdo, imagem ou vídeos, direcionamentos errados, mas sim, pela falta de leitura e compreensão dos clientes. Recentemente, venho acompanhando o aumento de clientes que não leem o anunciado e clicam por clicar. Isso não só é preocupante para o investimento em anúncios patrocinados, como também pelo comportamento dig...

O lado da Força: Os Poderosos Gatilhos Mentais que Todo Empreendedor Deve Conhecer

Em um mundo repleto de informações e opções, os empreendedores buscam constantemente maneiras de atrair a atenção de seus clientes, influenciando suas decisões de compra. Se você gosta de ficção ou não, saiba que o processo de tomada de decisão do seu cliente vai muito além do lado da força. Hoje, vou abordar sobre os gatilhos mentais. Essas, são estratégias psicológicas que ativam o processo de tomada de decisão das pessoas de forma mais assertiva e persuasiva. Neste artigo, exploraremos cinco dos gatilhos mentais mais poderosos para empreendedores: por que, escassez, autoridade, prova social e afinidade. 1. Por quê? O gatilho mental "Por quê?" baseia-se na necessidade de entender a razão por trás de uma ação. Quando um empreendedor comunica o motivo de seu produto ou serviço existir, ele cria uma conexão emocional com o cliente. Assim, explique o propósito da sua empresa e como ela soluciona problemas reais. Isso instiga a curiosidade e a confiança, fatores essenciais par...

Acredite se quiser

Para muitos a internet é algo irrefutável, uma fonte segura de informação, porém mesmo tendo inteligência artificial ou não, a origem é o homem. Ninguém tem a verdade absoluta, no entanto quando pesquisamos esquecemos de questionar o que temos como resultado de resposta. Um exemplo claro disso é as pesquisas que ocorrem nos buscadores, já encontrei no universo dos negócios clientes que consideram os primeiros resultados como os melhores, não porque são anúncios patrocinados (pagos) mas sim, porque o “Google” qualificou como melhor, o pior de tudo, é que há pessoas que não leem e consideram os resultados como o melhor dos cenários. Outro exemplo bastante comum são os depoimentos, esses que qualificam por meio de estrelas os lugares se são bons ou não, porém como hoje o poder dos influencers ultrapassa barreiras para validar vendas e negócios, há o mercado de opinião em que usuários comuns são pagos para validar estabelecimentos positivamente para elevar a confiança da empresa e de seus ...

Não me faça pensar

Para quem adora culpar o marketing por sua vida de consumo excessivo, saiba que pode transferir esse peso para as suas emoções. Muitas pessoas acham que o mercado está constantemente criando produtos para aumentar o consumo, por um lado não é mentira, no entanto, não é toda a verdade. Primeiro, pesquisas de mercado são aplicadas constantemente para descobrir novas tendências e comportamentos, em que, a partir daí, criam-se produtos que atenderão às novas necessidades dos consumidores.  Mas atualmente, quando as necessidades básicas da vida são atendidas, o que nos resta? Ser diferente, únicos e destacados. Não é à toa que as redes sociais crescem tanto com o mercado de influencer, porém o que poucas pessoas atrelam ou percebem no seu dia a dia é a questão das emoções. Quantas vezes você comeu compulsivamente doce por está com raiva? Ou se compensa no fim do dia com alguma compra para se bonificar do estresse que passou? São muitas ações que variam entre compras, alimentação, exercí...

Liderança: Você é um servidor?

Minha filha tem 19 anos, a pouco tempo entrou no mercado de trabalho como barista. Num dia desses chegou em casa, chorando… entre muitas reclamações sobre equipe e clientes, um entre tantos chamou minha atenção. Ela me relatou que um cliente ficou corrigindo-a na fala, sendo que ela tem um pouco de língua presa devido ao aparelho, o que tornou um atendimento massante e frustrante para ela. Infelizmente, como mãe, o que me resta fazer nessas situações é acalmá-la e esclarecer que há pessoas insensíveis em todos os lugares, e que o melhor a fazer é ignorar e evoluir com as experiências da vida. Confesso que me dói ter essa postura, no entanto, essa não é e nem será a última vez que teremos casos de falta de humanismo e empatia. A ação servir erroneamente para muitas pessoas é vista como superioridade, essas que não percebem que vivemos um ciclo de servidão constante, seja para clientes, chefes ou família. É aqui que quero enfatizar, o servir, nas empresas, sejam grandes ou pequenas, pres...

Jornada do cliente: Onde você está errando?

A primeira coisa importante a pontuar é, o que é a jornada do cliente? Essa questão tão pesquisada na internet é uma prática muito antiga que existe muito antes da revolução industrial. A jornada define todo ponto de contato que o cliente tem com a marca, seja produto ou serviço, portanto a experiência começa muito antes de ele se tornar um comprador. Essa jornada no marketing é considerada como o funil de venda, em que o cliente tem consciência da sua nova “necessidade”, depois, tem consideração, a qual é o conhecimento da solução via produto/serviço que, a partir daí, decide se irá finalizar a compra ou não. No entanto, no mercado em geral ainda há falhas no tratar o potencial relacionamento com o cliente ao longo da jornada, por quê? Primeiro, não basta somente ter a oferta, a concorrência é muito grande em que se briga por preço, entregabilidade e relevância. Você pode ter o melhor produto do mercado, mas se a urgência do cliente é ter o produto para aquele mesmo dia, ele não vai s...