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Neurociência e comportamento do cliente: como entender os sete sentidos humanos para criar estratégias de marketing eficazes

O ser humano por si só já é complicado, e compreender o comportamento do consumidor ao longo dos anos é um desafio constante. Antes a estratégia de marketing era projetada de dentro para fora, ou seja, da empresa para o cliente. O mercado ditava os produtos para venda e o cliente consumia ao se ver nele. Sabemos que a realidade hoje é totalmente diferente, do marketing de massa passamos para o marketing de nichos e one to one.  Atualmente, cabe as marcas pesquisarem constantemente entre os vários canais quais sãos as necessidades do consumidor individualmente e como conquistá-lo. Ao longo dos avanços, a neurociência tem sido uma ferramenta valiosa para as empresas, pois por meio dela, podem desenvolver novas estratégias que levam em consideração os sete sentidos do ser humano, incluindo a interocepção e a propriocepção que foram descobertas nesse ano.  A neurocientista espanhola Nazareth Castellanos , pesquisadora do Laboratório Nirakara-Lab e professora da Universidade Complu...

LEIA ME!

Como na história de "Alice no País das Maravilhas," escrita pelo autor Lewis Carroll em 1865, a personagem é uma menina sonhadora que, ao longo da história, se depara com situações de decisão para enfrentar alguns obstáculos, como o "COMA-ME" e o "BEBA-ME." Mesmo não sabendo o desfecho, Alice lê o que está escrito para tomar uma ação, o que nos leva ao assunto de hoje. O consumidor, independente da geração, não está mais lendo o conteúdo/anúncio no mundo digital. Mas por quê? Você, empreendedor, com anúncios ativos, deve estar angustiado por pagar por cliques de clientes que não atendem ao seu perfil. Isso não é devido à falta de segmentação, conteúdo, imagem ou vídeos, direcionamentos errados, mas sim, pela falta de leitura e compreensão dos clientes. Recentemente, venho acompanhando o aumento de clientes que não leem o anunciado e clicam por clicar. Isso não só é preocupante para o investimento em anúncios patrocinados, como também pelo comportamento dig...

Acredite se quiser

Para muitos a internet é algo irrefutável, uma fonte segura de informação, porém mesmo tendo inteligência artificial ou não, a origem é o homem. Ninguém tem a verdade absoluta, no entanto quando pesquisamos esquecemos de questionar o que temos como resultado de resposta. Um exemplo claro disso é as pesquisas que ocorrem nos buscadores, já encontrei no universo dos negócios clientes que consideram os primeiros resultados como os melhores, não porque são anúncios patrocinados (pagos) mas sim, porque o “Google” qualificou como melhor, o pior de tudo, é que há pessoas que não leem e consideram os resultados como o melhor dos cenários. Outro exemplo bastante comum são os depoimentos, esses que qualificam por meio de estrelas os lugares se são bons ou não, porém como hoje o poder dos influencers ultrapassa barreiras para validar vendas e negócios, há o mercado de opinião em que usuários comuns são pagos para validar estabelecimentos positivamente para elevar a confiança da empresa e de seus ...

Não me faça pensar

Para quem adora culpar o marketing por sua vida de consumo excessivo, saiba que pode transferir esse peso para as suas emoções. Muitas pessoas acham que o mercado está constantemente criando produtos para aumentar o consumo, por um lado não é mentira, no entanto, não é toda a verdade. Primeiro, pesquisas de mercado são aplicadas constantemente para descobrir novas tendências e comportamentos, em que, a partir daí, criam-se produtos que atenderão às novas necessidades dos consumidores.  Mas atualmente, quando as necessidades básicas da vida são atendidas, o que nos resta? Ser diferente, únicos e destacados. Não é à toa que as redes sociais crescem tanto com o mercado de influencer, porém o que poucas pessoas atrelam ou percebem no seu dia a dia é a questão das emoções. Quantas vezes você comeu compulsivamente doce por está com raiva? Ou se compensa no fim do dia com alguma compra para se bonificar do estresse que passou? São muitas ações que variam entre compras, alimentação, exercí...

Marketing Político existe! Não se engane.

Ouvi uma vez indo para o trabalho uma moça conversando e fazendo a seguinte declaração: “Ele gosta dos pobres, por isso vou votar nele”... Ouvindo isso me veio a seguinte pergunta: como não gostar dos “pobres”?   Já que são eles que tem o maior poder de voto. Independente de qual candidato esteja passando em sua mente, não podemos escolher por quem tem mais afinidade com a classe baixa, principalmente em período eleitoral. Nas últimas eleições houve bastante confronto de opinião sobre qual seria o candidato certo, mas não podemos ignorar ou esquecer, que o nosso país tem várias faces, uma delas ainda precisa suprir extremamente suas necessidades básicas e outras de inovação. Mesmo pensando em local, ainda há em São Paulo regiões sem saneamento básico, sem hospitais próximos entre outros problemas. Sei que quando falamos no voto, é algo individual, no que pode melhorar em sua realidade, mas precisamos mais do que nunca pensar no coletivo, pois se não caminharmos juntos par...