Ouvi uma vez indo para o trabalho uma moça conversando e
fazendo a seguinte declaração: “Ele gosta dos pobres, por isso vou votar
nele”...
Ouvindo isso me veio a seguinte pergunta: como não gostar
dos “pobres”? Já que são eles que tem o
maior poder de voto.
Independente de qual candidato esteja passando em sua mente,
não podemos escolher por quem tem mais afinidade com a classe baixa,
principalmente em período eleitoral.
Nas últimas eleições houve bastante confronto de opinião
sobre qual seria o candidato certo, mas não podemos ignorar ou esquecer, que o
nosso país tem várias faces, uma delas ainda precisa suprir extremamente suas
necessidades básicas e outras de inovação.
Mesmo pensando em local, ainda há em São Paulo regiões sem
saneamento básico, sem hospitais próximos entre outros problemas.
Sei que quando falamos no voto, é algo individual, no que
pode melhorar em sua realidade, mas precisamos mais do que nunca pensar no
coletivo, pois se não caminharmos juntos para um crescimento que seja acessível
a todos, pois sei que a igualdade ainda tem um grande caminho a percorrer,
continuaremos a construir um “buraco” no desenvolvimento social e econômico.
O intuito desse blog é para falar em marketing para empreendedores, e o marketing político afeta a todos nós, mesmo que já tenhamos vivenciado declarações oficiais deprimentes que me pergunto: onde está a equipe de marketing dessa pessoa?
Há uma equipe por trás em toda a declaração, acreditemos ou
não.
Portanto, achei importante trazer essa questão, o marketing
político existe e nele, há planejamento e pesquisa para fazer declarações que
não só agrade aos seus ouvidos como também lhe convença a dar o voto.
Falando na língua dos jovens, é como tentar conquistar
alguém (CRUSH), primeiro você faz elogios, acompanha, se mostra interessado até
conquistar um SIM.
Infelizmente e felizmente no Brasil, todos podem fazer
política, seja cantor, comediante, apresentador enfim, creio que passa em nossa
mente que quanto mais próximo do povo, mas compreenderá e mudará a nossa
realidade e em muitos casos, não vou generalizar, isso se torna um oportunismo
e um meio utilizado para arrecadar votos para os partidos.
Estamos num momento que não importa se você é de direita, de
esquerda ou neutro, há muito o que mudar e não podemos nos separar e ser
individualistas.
Assim, pesquise seus candidatos, veja se tem ficha limpa,
avalie suas propostas para os setores que acha importante e não deixe de votar.
Questione tudo o que ouve, seja na internet, nas redes
sociais, nos rádios... até os comentaristas oficiais, é preciso questionar.
O Brasil não é um país pobre, enquanto cobramos um reajuste
justo para o salário mínimo, nossa política nada em bilhões ou mais.
Hoje, a política está encorpada por status e não podemos
seguir por esse caminho, isso não é como uma partida de futebol, pois afetará a
nossa vida e dos nossos filhos.
Tivemos campanhas para levar os jovens as urnas, mas quanto
a importância disso é conversado nas escolas e nas famílias?
Quanto isso é interessante para os candidatos que
recentemente, nem reparava neles?
Estamos num jogo de xadrez, que os menos favoráveis são os
cavalos, quanto temos que sacrificar para ter um pouco de dignidade?
Acredite, o voto é um poder e é muito requisitado, não se
iluda, cruze as informações, não entre no jogo do discurso meigo, sei que
muitos não gostam desse assunto, mas culpar o Estado por não fazer o seu
trabalho não dá mais.
Deixo aqui o link para você consultar a ficha limpa do seu
candidato:
https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/
e espero ter aguçado a sua vontade de buscar pela mudança coletiva.

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