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TCC - Empreendedorismo feminino no Brasil: A verdadeira oportunidade de um negócio indigente

 

  



 

Resumo

Ao longo dos anos enfrentamos várias recessões financeiras e que por meio delas, se potencializou o crescimento do empreendedorismo no país, porém esse traz uma verdade de negócio mais por necessidade do que realmente uma oportunidade.

Assim, por meio de dados secundários e pesquisa primária, esse trabalho busca conhecer o perfil da microempreendedora e identificar os principais obstáculos encontrados para crescer como dona de negócio e afirmar, se com uma consultoria especializada nesse segmento, ajudaria a alavancar os seus empreendimentos no mercado.

Palavras chaves: mulheres, mercado, empreendedorismo, machismo, MEI.




Introdução

O conceito do empreendedorismo é identificar e criar oportunidades que gerem inovação ao mercado, seja por meio de serviços ou produtos, constituindo melhorias para a sociedade e produzindo ações lucrativas.

Pode ser considerado também como destruição criativa, já que cria possibilidades disruptivas no mercado atual, trazendo novos negócios em detrimento de outros (Schumpeter,1961).

O empreendedor tem como habilidade o Vujà-dé, que é um olhar inovador diante de algo familiar que o possibilita ter novas ideias em relação a velhos problemas (Adam, 2017).

É interessante pontuar que o empreendedorismo tem ganhado espaço na economia nos últimos anos e no Brasil, a maior parte da geração de novos empreendedores é devido às fases de recessões financeiras que ocorreram entre os anos de 2008, 2009, 2014 e 2016.

Não é um dado negativo, porém, o fato de termos novos empreendedores nessas circunstâncias, geram questionamentos da estrutura dos seus negócios e possivelmente a falta de estratégia para continuar.

Em relação a isso, o Brasil se apresenta na 4° colocação na taxa total de empreendedores no mundo representando 38,7%, sendo que é a maior taxa entre os grupos de países de economias emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul [BRICS]. Os principais motivos pontuados para começar a empreender foram: a escassez de trabalho, fazer a diferença no mundo, gerar riquezas e continuar com a tradição familiar, segundo a pesquisa (GEM, 2019).

Uma das facilidades de empreender no país diante a tantos processos burocráticos, foi a criação do Microempreendedor individual [MEI] em 2008, com intuito de diminuir a informalidade dos trabalhadores e legalizar os serviços com a redução da carga tributária oferecendo benefícios do INSS; além de facilitar a abertura da empresa por meio digital, registrando em até 24 horas.

Hoje, existem mais de nove mil empreendedores no país, sendo que os estados com mais empresas desse tipo de porte estão em: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

No entanto, o crescimento exponencial do MEI com essa facilidade de abertura digital, deixa lacunas em aberto sobre o seu planejamento e ciclo de vida de mercado, se é saudável ou não.

Segundo a última pesquisa Data Sebrae, o perfil deste é constituído na maior parte por homens brancos, na faixa etária de 42 anos e com ensino médio completo. Por ser um país tão miscigenado, a representação de pessoas pardas, negras e amarelas é pequena e mais ainda, ao avaliar o universo feminino nesse cenário.

Analisando essas informações, é necessário verificar a verdadeira realidade do MEI para que possa ser identificado as falhas e as deficiências que há no mercado, para que seja criado uma estrutura de serviço adequada que dê apoio e que não resulte no fechamento dos negócios por crises externas como a pandemia.

Essa que gerou o fechamento de 522 mil lojas, com maior prejuízo para o setor de serviços, afetando negativamente 74,4%.

Além disso, 32,4% dos empresários que adotaram medidas para conter a crise, alegaram não ter tido apoio do governo, ao contrário das grandes empresas, em que a percepção foi de 55% de suporte. Para os MEIs as principais queixas apontadas são a falta de controle financeiro, orientação ao crédito, propaganda e marketing.

No entanto, para o universo feminino, as dores são maiores, pois elas apresentam proporção maior entre os empreendedores iniciais, mas mesmo com maior participação, são as que menos tem a possibilidade de tornar-se dona de negócios, 40% a menos em comparação aos homens (Sebrae, 2019).

Embora estejam conquistando seu espaço, o teto de vidro que é uma barreira invisível, porém forte, torna a realidade do sucesso dessas mais difícil, já que recebem 22% a menos como donas de negócios e são as que mais pagam taxas de juros, mesmo com a taxa de inadimplência baixa.

Com essas discrepâncias, o objetivo dessa pesquisa é avaliar esse universo, validar o perfil do microempreendedor no contexto feminino, averiguar as principais dificuldades que enfrentam e confirmar se com uma criação de uma consultoria de marketing personalizada suplementaria essas necessidades; aumentando a expectativa de mercado, já que a taxa de mortalidade é de 29%, ou seja, de 3 de cada 10 microempreendedores individuais entram em falência em até cinco anos, segundo levantamento Sebrae.

 

Material e métodos

Os dados da pesquisa foram coletados em nível Brasil focado em microempreendedores individuais contendo um porte de 9.810.483, segundo levantamento Data Sebrae.

Na primeira fase, foi realizada uma pesquisa secundária para identificar o perfil do empreendedor brasileiro. Os dados encontrados foram realizados pelo Sebrae, numa pesquisa quantitativa focada nesse nicho com perguntas fechadas.

Além deste, decorreu o levantamento de outros dados exploratórios secundários sobre o mercado que abrangeram os temas: desemprego, preconceito, educação e direitos humanos.

Após esse levantamento e análise, gerou algumas lacunas sobre representatividade no mercado deste nicho.

Assim, na segunda fase desenvolveu - se uma segunda pesquisa, porém quantitativa e semiestruturada com 21 perguntas focada em mulheres microempreendedoras com cadastro no MEI.

Essa ocorreu via formulário Google e distribuída nas seguintes mídias sociais: Linkedin, Facebook, Instagram e Whatsapp de forma orgânica e em nível Brasil com início no dia 07 Jun. 2021 e com término no dia 20 Set. 2021 às 23h59min.

Em paralelo a pesquisa orgânica, essa também foi aplicada em campanhas patrocinadas no Google Adwords em que iniciou se no dia 07 Jun. 2021 com término no dia 28 Jun. 2021 nas praças: Cotia, São Paulo (Estado), Diadema, São Bernardo do Campo e São José dos Campos; essas localidades foram escolhidas devido ao alto índice de busca por “empreendedorismo” analisado na plataforma do Google Trends;  O outro canal da campanha patrocinada foi no Facebook Business aplicada na praça São Paulo (Estado), para mulheres na faixa etária de 18 a 65+ com início no dia 20 Jun. 2021 a 30 Jun. 2021 veiculado nos posicionamentos: feed notícias do Facebook, coluna da direita, marketplace, artigos, feed de grupos, stories e pesquisa.

Infelizmente, a pesquisa não alcançou a quantidade de participantes almejada, portanto, essa fica como referência comparativa da pesquisa secundária do perfil do empreendedor realizada pelo Sebrae, com pontos de atenção para as questões que serão abordadas.

Na metodologia, será aplicado análise de dados via gráficos para as questões fechadas e análise de resposta para a pergunta aberta, cruzando as informações com todos os dados adquiridos.

Resultados e discussão

O cenário do empreendedor ao longo dos anos e principalmente nos períodos de recessão, só confirmam que esse crescimento em empreender ocorreu devido à falta de oportunidade de emprego e pelo custo Brasil; que segundo o último levantamento do Boston Consulting Group [BCG] esse custo equivale a 22% do PIB ou aproximadamente R$1,5 trilhão no contexto de 2018.

Avaliando o gráfico, podemos verificar que por essas situações, potencializou o crescimento do mercado informal e como solução em 2008 o deputado Antônio Carlos Mendes Thame, criou o projeto de lei 128/2008 do Microempreendedor individual para que pequenos negócios se formalizassem, dessem segurança e proteção aos empreendedores com benefícios do INSS, podendo assim, gerar mais empregos no mercado, melhorar a distribuição de renda, inclusão social, fortalecimento da economia e desburocratização.

Tanto que após a criação dessa lei, o aumento de MEIs foi crescente, mais ainda, pela facilidade de abertura do CNPJ. E averiguando os períodos em ascensão temos: a crise de 2009 em que vivenciamos a crise externa dos Estados Unidos no governo Lula, após houve a crise interna em 2014 durante o governo Dilma, chamado como a nova matriz econômica que incluíam políticas de intervenção governamental, mas que por fim gerou desvalorização das commodities e por fim em 2020, a crise gerada pela pandemia do Covid-19 no governo Jair Bolsonaro em que estamos presenciando até o momento.

Figura 1: Abertura de empresas MEI no Brasil por ano

Fonte: Painel Mapa de empresas - Governo Digital Ministério da economia

De acordo com a pesquisa do perfil do empreendedor realizada pelo Sebrae, a etnia predominante é de homens brancos. Assim, para validar essa informação no gênero feminino, a pesquisa aplicada também obteve maior representatividade entre as mulheres brancas. Esse era um dos pontos que foi levantado questionamento, já que o país tem uma grande diversidade de etnias, e pelos dados coletados, as mulheres negras dentro da amostra têm menor presença no empreendedorismo, menor até do que os homens comparando com a pesquisa Sebrae.

Essas que na maior parte não tem cargos privilegiados e tem o empreendedorismo como forma de subsistência, já que não há planejamento e nem reserva financeira, sendo a sua principal preocupação o desemprego.

Figura 2: Representatividade da etnia da microempreendedora brasileira

Fonte: Perfil Sebrae MEI (2019) e dados originais da pesquisa aplicada 

Dando continuidade na análise do perfil da microempreendedora, a faixa etária predominante é de 30 a 39 anos, com pouca diferença entre a pesquisa Sebrae, porém ao avaliar todo o contexto entre as pesquisas, se verifica que há um crescimento significativo entre os jovens e adultos no empreendedorismo, que leva ao questionamento se o mercado de trabalho está escasso ou se não há profissionais qualificados para atender a demanda.

No entanto, deve se considerar que com as mudanças na aposentadoria, afetaram a vida dos brasileiros, o que ocasionou um período maior de contribuição, ou até mesmo a necessidade de complementar a renda na aposentadoria, gerando empreendedores mais maduros, em que podemos notar nos dados abaixo na faixa acima de 50 anos.

Figura 3: Representatividade da faixa etária da mulher microempreendedora brasileira

Fonte: Perfil Sebrae MEI (2019) e dados originais da pesquisa aplicada 

No entanto, na pesquisa aplicada nos deparamos que o possível problema, considerando a amostra, não é por falta de escolaridade, pois 33% das entrevistadas tem pós-graduação completa e somente 2% têm ensino fundamental completo.

Averiguando em profundidade, 66% das MEIs declararam que antes de abrir o MEI tinham carteira assinada, seguido de trabalhos informais com 15,7% e 11,8% se declararam ser estudantes.

Esses dados ganham mais significado quando comparamos com a pesquisa Sebrae, os homens antes de começar a empreender 51% tinham carteira assinada, 21% eram informais e somente 2% eram estudantes.

Assim, podemos notar uma diferença estrutural no mercado diante os dois gêneros, que desvendaremos ao longo desse, suas principais problemáticas.

Figura 4: Escolaridade da mulher microempreendedora brasileira

Fonte: Dados originais da pesquisa aplicada

Para a mulher empreendedora os principais fatores de motivação para abrir o MEI são: crescer como empresa e emitir nota.

Entretanto, ao analisar os mesmos motivadores na pesquisa Sebrae, os destaques ficam no benefício do INSS com 25% e seguido de empresa formal com 24%. Porém, encontramos uma diferença que vai além, pois nessa pesquisa quando os empreendedores foram questionados se vale a pena ser MEI, 72% manifestaram que a formalização trouxe melhores condições e 48% vendem para outras empresas, mas essa sensação, não reflete a realidade da mulher MEI.

De acordo com a pesquisa aplicada,17,6% das entrevistadas alegaram sentir algum tipo de preconceito, os citados foram: por ser mulher, desvalorização do trabalho, pouca experiência, segmento escolhido e por ser MEI.

Em sumo, mesmo a empreendedora obtendo mais formação escolar, não irá lhe garantir ter o mesmo espaço entre os homens no mercado, afirmando a desigualdade de gênero.

Figura 5: Principais motivos para se tornar MEI

Fonte: Dados originais da pesquisa aplicada  

O empreendimento da mulher MEI acontece na maior parte em sua residência, podemos pontuar que isso é devido ao elevado custo de manter um ponto físico e por outro lado, a mulher brasileira ainda é vista como a principal cuidadora da família e dona de casa.

Deste modo, ter um trabalho flexível e que dê possibilidades de administrar os dois se torna uma oportunidade de atender ambas as necessidades, porém através de um grande esforço físico e psicológico.

Compreendendo melhor essa persona, 49% das entrevistadas informaram ter filhos sendo que 56% indicaram ter um filho, 32% dois filhos e somente 12% acima de dois.

Esses dados confirmam com outros levantamentos exploratórios que a taxa de fecundidade está decrescendo e que a mulher para conseguir desempenho profissional e crescimento no mercado, precisa deixar a fase da maternidade para mais tarde. Porém, mesmo assim, ainda se deparar com a desvalorização de sua capacidade profissional por ter filhos pequenos.

Desta forma, empreender na sua própria residência torna-se um ótimo custo benefício e uma oportunidade de sair da estrutura machista do mercado.

Figura 6: Estrutura do negócio da mulher empreendedora

Fonte: Dados originais da pesquisa aplicada 

 

Na questão financeira, 51% das entrevistadas informaram que sua renda é acima de 4 salários mínimos e 21,6% declaram que são a única fonte de renda da família.

Mesmo que esses dados sejam uma referência para essa pesquisa, elas mostram a fragilidade dessas empreendedoras perante o mercado, sendo mais um negócio por necessidade e que na pandemia 29,4% das entrevistadas comunicaram que tiveram ajuda do auxílio emergencial.

Embora a pandemia seja considerada uma calamidade pública, a MEI não recebe estrutura e nem planejamento de negócio para suportar crises menores; já que na crise atual até grandes empresas fecharam. Outro dado importante é que 58,8% das empreendedoras não obtiveram orientação profissional ao abrir o seu negócio, ou seja, entram no mercado junto com os concorrentes na tentativa e erro com grande chance de falência; e quando sentem dificuldades nos negócios, 64,7% delas informaram que pesquisam a solução na internet e colocam em prática elas mesmas.

Figura 7: Renda da mulher empreendedora

Fonte: Dados originais da pesquisa aplicada 

Os principais segmentos de negócio em destaque entre as entrevistadas foram: o comércio, serviço e marketing. Sendo que as principais queixas apontadas em seus negócios buscam suprir em primeiro lugar apoio em propaganda e marketing com 41,2%, seguido por controle financeiro 27,5% e 9,8% em atendimento.

Esses estão entre os pilares para montar um bom negócio. Começar sem uma estrutura e planejamento, torna a jornada dessa empreendedora muito mais complexa e árdua, pois luta contra os concorrentes, contra o mercado e consigo mesma, para dar conta de todas as suas tarefas.

Todos esses negócios foram afetados pela pandemia, pois dependem do relacionamento constante com os clientes e a falta disso desencadeou os resquícios que ainda presenciamos como o fechamento de empresas.

Isso também se potencializou mais, por causa da Resolução do Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios [CGSIM] n°44 criada em 2018 que possibilitou o cancelamento do MEI pelo Governo Federal em casos de inadimplência do DAS e a falta da entrega da declaração anual nos últimos dois exercícios. Isso ocasionou em 437.787 fechamentos de empresas somente no 1° quadrimestre de 2021, segundo o Boletim do 1° quadrimestre 2021 do Mistério da Economia. 

É importante sinalar aqui, que 49% dos entrevistados da pesquisa Sebrae alegaram já ter deixado de pagar alguma parcela do DAS - MEI e que 82% não tinham ciência das consequências do não pagamento.

Portanto, é preciso criar políticas públicas educativas e não somente punitivas.

Figura 8: Principais segmentos da microempreendedora

Fonte: Dados originais da pesquisa aplicada

Na questão de gestão financeira entre as entrevistas, 70,6% fazem controle do caixa pelo computador e somente 15,7% não fazem gestão. Mesmo não sendo a principal queixa das entrevistadas como já foi esclarecido, a falta de informações exatas afeta todo o planejamento de curto e longo prazo, tanto que o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte [PRONAMPE] ofertou linhas de crédito junto com a Caixa Econômica para dar fôlego e manter o capital de giro durante a pandemia, facilitando o pagamento em até 48 parcelas com a taxa Selic de 6% ao ano.

O programa atendeu mais de 500 mil empresas, liberando mais de R$37 bilhões em recursos e avaliando essa proposta, para muitos pode ser uma oportunidade de se manter no mercado, mas sem planejamento, principalmente financeiro, se torna uma sobrevida mercadológica temporária e com um futuro devedor.

Com essa visão mais holística, foi perguntado às MEIS, se houvesse uma empresa focada em consultoria com orientação para processos básicos de negócio como: administração, financeiro e marketing, haveria interesse na contratação?

O resultado foi que 76,5% delas afirmaram interesse pelo serviço.

Assim, com os dados da pesquisa aplicada encontramos uma oportunidade de mercado para uma demanda carente em toda a sua jornada empreendedora.

Figura 9: Meios de gerenciamento de caixa adotado pela microempreendedora

Fonte: Dados originais da pesquisa aplicada



Conclusão

O universo da mulher empreendedora vai muito além dos desafios do risco Brasil. Elas são mais instruídas, apresentam menos inadimplência no mercado e, mesmo assim, são as que menos recebem crédito financeiro e valor. A pesquisa aplicada, infelizmente não alcançou a quantidade de respondentes almejada, mas na amostra fica evidente a falta de representatividade de outras etnias, prevalecendo a mulher branca; em que no cenário mercadológico todas enfrentam o machismo estrutural e até o racismo. A proposta era criar um serviço de consultoria de marketing personalizada para esse segmento que ampare suas necessidades de negócio apontadas aqui como atendimento, financeiro, propaganda e marketing. No entanto, criar uma consultoria dentro dessa realidade, só se tornaria mais uma empresa entre tantas, somente haveria possibilidade de sucesso implementando parcerias entre Ongs, bancos e em paralelo implantando políticas públicas que defendam essa causa. Desta maneira, é necessário que os três setores: Governo, sociedade e empresas privadas se envolvam a trabalharem juntas por meio do marketing social para combater esses males, permitindo que o capital de giro beneficie a todas com equidade, tornando o mercado realmente competitivo e possibilitando até o fim da pobreza. 




Agradecimentos

Agradeço a Deus e a minha família, principalmente a minha mãe que me ensinou a amar e ser persistente em meus objetivos, que esteja em paz no céu.

Obrigada!




Referências

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