No início, você tem que fazer acontecer e vender essa ideia para que o negócio evolua. Muitas vezes familiares entram como investidores financeiros ou braço direito, mas nem sempre dá certo.
Assim, muitos começam sozinhos e a vida multitarefada acaba virando mais de 24 horas de trabalho, ocasionando o cansaço físico e mental.
Então, aqui vem a solução: Um sócio!
Num primeiro momento a oportunidade de ter mais alguém defendendo e vendendo a sua ideia, torna-se produtivo, afinal duas cabeças pensam mais que uma.
Enquanto um administra, o outro entra na operação, mas sociedade é semelhante ao casamento, ou você enriquece ou entra em falência; pode parecer um exagero, mas reflete bem a realidade.
Na vida quando agregamos pessoas tanto no âmbito profissional ou pessoal esperamos obter felicidade e prosperidade, dificilmente ou nunca, entramos num relacionamento com o pé atrás.
Construir uma sociedade vai muito além da empatia, não basta só entrar com a verba como se fosse um banco, é preciso entender do negócio, compartilhar os processos árduos do empreender e focar na mesma meta.
Quantos relatos de sociedades você já ouviu, que não deram certo?
Milhares e infelizmente, muitos golpes que dificilmente fazem a vítima se reerguer de novo devido o rombo financeiro ou até mesmo, devido a depressão e desconfiança gerada.
Portanto, avalie bem seus candidatos antes de fazer acordo. E outro ponto importante, da mesma forma que é recomendável ter profissionais diversificados para enriquecer pontos de vista e trabalho, com o sócio não é diferente.
Busque parceiros que pensem e tenham um know how diferente do seu, poderá dificultar nas reuniões, mas abrangerá sua visão de mercado e oportunidade de negócio.
Em suma, pense direito em quem você escolherá como braço direito. Consulte um advogado para dividir e pontuar os direitos e deveres no contrato, pois assim, todos saberão como começar sem dúvidas, caso termine o pacto.
Espero que tenha gostado e boa sorte nos negócios!

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